Eu ainda consigo decifrar o velho som do violão,
Velho para o ouvido, sempre novo para o coração
Fecho os olhos e inquietas notas eu vejo
Dançando e me cantando sobre seus desejos
Ainda é fácil pra mim ler um raio de sol
Aquele que entra pela janela, esquenta a alma
Escreve mais uma linha do seu livro matinal,
E sábio me acorda – Viva, vá com calma
Todos os dias, eu ainda converso com a brisa
Ela sopra meus erros, entendo seus conselhos
E o tempo, velho amigo, vem sempre me visitar
Traz com ele suas lembranças, tão fáceis de lidar
Do amor, eu ainda não sei. Me é um estranho
Sempre indo, vindo, voltando, mudando...
Ora fácil de querer, ora difícil de entender
Questione sobre a vida, mundo, sobre o ser
Mas do amor... Eu ainda não sei
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lindo demais.. amei!
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